terça-feira, 15 de setembro de 2015

Dirceu se torna réu na Operação Lava Jato

O ex-ministro-chefe da Casa Civil José Dirceu se tornou réu na Operação Lava Jato, decidiu a Justiça Federal, nesta terça-feira (15). Além dele, 14 pessoas foram indiciadas por desvios relacionados à Petrobras.
A denúncia dos agora réus foi feita à Justiça pelo Ministério Público Federal, baseada nas investigações da operação. Apesar de nela constarem 17 nomes, o juiz federal Sérgio Moro optou por não indiciar Camila Ramos, filha de Dirceu, e a arquiteta Daniela Leopoldo e Silva Facchini, por falta de provas no esquema de corrupção.


Entre os réus estão o ex-tesoureiro do Partido dos Trabalhadores João Vaccari Neto, o lobista e delator da Lava Jato Julio Gerin de Almeida Camargo – responsável por acusar o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) de receber US$ 5 milhões em propina – e o presidente da Engefix, Cristiano Kok.
Além deles, foram denunciados Fernando Antônio Guimarães Hourneaux de Moura (lobista); Olavo Hourneaux de Moura Filho (operador do esquema); Luiz Eduardo de Oliveira e Silva (irmão e sócio de Dirceu); Roberto Marques (ex-assessor de Dirceu); Júlio César dos Santos (ex-sócio da JD Consultoria); Renato de Souza Duque (ex-diretor da Petrobras); Pedro José Barusco Filho (ex-gerente da Petrobras); Gerson de Melo Almada (ex-presidente da Engefix); José Antunes Sobrinho (executivo da Engefix); Milton Pascowitch (operador e delator da Lava Jato); e José Adolfo Pascowitch (operador do esquema).
"Os depoimentos prestados pelos criminosos colaboradores apresentam, em cognição sumária, prova documental do fluxo financeiro, inclusive de pagamentos subreptícios efetuados por Milton Pascowitch em favor de José Dirceu e de Fernando Moura", diz Moro na decisão, procurando derrubar o alegado pela defesa do ex-ministro, que alega ter recebido dinheiro para consultoria. "Parece difícil justificar os vários pagamentos subreptícios com os já aludidos contratos de consultoria formalizados, pois estes já encontram pagamento por meios formais."

sábado, 25 de julho de 2015

Estado Islâmico - território

Com sua guerra de conquista, o Estado Islâmico (EI), antes  conhecido como Estado Islâmico do Iraque e do Levante  (al-Sham), EIIL ou EIIS, está apagando as linhas de  fronteira determinadas pelo Acordo Sykes-Picot,  estabelecido em 1916. Hoje, a bandeira preta e amarela do  EI tremula sobre um território maior do que o do Reino  Unido ou do Texas, uma região que se estende das praias  mediterrâneas da Síria até o coração do Iraque, a área  administrada pelos sunitas. 

Estado Islâmico

Originalmente parte da organização al-Tawhid wal-Jihad, comandada por Abu Musab al-Zarqawi, tornou-se depois o Estado Islâmico do Iraque (Eli), grupo que acabou se fundindo com a facção da Al-Qaeda no Iraque. Em 2010, quando Abu Bakr al-Baghdadi se tornou seu líder, o grupo voltou a usar sua antiga denominação de Estado Islâmico do Iraque. Em 2013, após uma fusão com um braço da Frente Jabhat al-Nusra, um grupo jihadista sírio filiado à Al-Qaeda, a organização mudou seu nome para Estado Islâmico do Iraque e do Levante (al-Sham), mais conhecido pelo acrônimo EIIL (ISIL ou ISIS, nas siglas em inglês). Por fim, pouco antes do anúncio da criação do Califado por seus líderes, o EIIL tornou-se o Estado Islâmico. Na Síria, contudo, desde o início e atualmente no Iraque também, o grupo é conhecido como al-Dawlat, ou o Estado

quarta-feira, 22 de julho de 2015

Autoridades britânicas suspeitam que Estado Islâmico planeja usar drones para carregar bombas

A unidade de contraterrorismo britânica receia que o grupo Estado Islâmico esteja planejando perpetrar atentados no Reino Unido, recorrendo a drones


As forças de segurança suspeitam que os jihadistas possam utilizar as mini-aeronaves não tripuladas para transportar explosivos C4



quarta-feira, 24 de junho de 2015